quinta-feira, 20 de junho de 2013

O RISCO DA ASPIRINA


A Aspirina é a primeira criação da indústria farmacêutica moderna, o primeiro fármaco artificial, foi sintetizada pela Bayer em 1897. Indicada para os casos de dor (analgésico), febre (antipirético) e anticoagulante (prevenção de trombose, AVC, infartos e 
Com base no resultado de nove estudos, o cardiologista Carlos Scherr desaconselha o uso de Aspirina por pessoas sem doençcardiovascular ou sujeitas a isso. Os riscos de sangramento, inclusive cerebral, anulam os modestos benefícios do medicamento.  (ColunaConfidencial, do jornalista Aziz Ahmed, no Jornal do Comércio, edição de 5 de março de 2011).

Comentário de Orlando Gonzalez: Talvez por ética profissional, o conhecid      o cardiologista Carlos Scherr tenha apenas desaconselhado o uso da Aspirina.  Na verdade, ele está é mesmo condenando o que seus colegas de profissão e especialidade fazem rotineiramente alimentando o tabu de que o ácido acetilssalicílico evita enfartes. Com efeito, a droga multiplica o risco.  E quantas pessoas já não terão morrido por conta dessa prática insana?  Há pesquisas sobre tais mortes e sua correlação com o uso da Aspirina?  Não!!!  Quem financia pesquisa é a indústria farmacêutica, e ela nunca investirá numerário em investigações que ponham a pique a manutenção de seus lucros bilionários.

Comentário de Fernando Carvalho: Meu amigo Geraldo Filgueiras, comerciante já idoso, quando nos Estados Unidos, onde tem um filho, teve uma hemorragia estomacal por causa de um comprimido de Aspirina que tomou quando estava no aeroporto prestes a voltar para o Brasil. Ele vomitou e defecou sangue. Por causa disso ficou quatro dias internado num hospital americano. Ele estava sem o seguro saúde. Até hoje o hospital lhe manda a  conta para pagar.

Veja reportagem do portal The Heart Org. sobre sangramentos graves subestimados na "prevenção primária" com Aspirina.
FDA matou um milhão de pessoas

A FDA é acusada do genocídio de um milhão de americanos na última década

 A maior ameaça para a América de hoje não é o terrorismo, mas o assassinato em massa de americanos que morrem todos os anos nas mãos da corrupta FDA - (Food and Drug Administration, a Anvisa dos Estados Unidos). Em um relatório recente, o jornalista Jon Rappoport revela que medicamentos aprovados pela FDA matam pelo menos 100.000 pessoas a cada ano, e que a agência não está fazendo absolutamente nada sobre essa desastrosa tendência.
Em uma página intitulada: "Por que aprender sobre Reações Adversas aos Medicamentos", a FDA em seu próprio site admite que cem mil pessoas morrem a cada ano como resultado do uso de drogas farmacêuticas aprovadas pela FDA. Citando dados de três diferentes estudos publicados, Rappoport também revela que dois milhões de pessoas por ano sofrem graves reações adversas, o que inclui condições como ataques cardíacos, derrames, e danos neurológicos permanentes.Veja você mesmo na página da FDA: http://www.fda.gov .
Uma vez que estes estudos que datam pelo menos de 1998, é claro que a FDA está totalmente consciente do extenso dano que foi originado pelo emprego supostamente "seguro" desses medicamentos. E uma vez que não tenha feito nada para resolver o problema, a agência é cúmplice em um deliberado sofrimento e morte de dezenas de milhões de americanos ao longo das últimas décadas, o que a transforma em agência de um dos regimes de governo mais assassinos da história. Com base nos números apresentados pela FDA, pelo menos 30 milhões de pessoas sofreram prejuízos graves ou morte como resultado de tomarem substâncias aprovadas pelo FDA considerando apenas após 1998, quando o primeiro estudo citado foi publicado. Se você voltar várias décadas, fica óbvio que - potencialmente - centenas de milhões de pessoas foram diretamente prejudicadas pelo "homicídio por negligência " do FDA.
"Está na hora dos crimes desse governo assassino terminar", escreve Rappoport, em seu relatório. "Está na hora de todos os responsáveis ​​sejam levados à justiça, à justiça real. É hora de o público perceber que 100.000 pessoas morrem todos os anos nos Estados Unidos,  em decorrência do uso de medicamentos, número de mortes equivalente à queda de 33 Torres Gêmeas. "
Por que a FDA e a indústria farmacêutica são os verdadeiros terroristas?
Uma vez que é a FDA que aprova a comercialização de fármacos, é também diretamente responsável pelos danos que eles venham a causar. Porém os funcionários da FDA nunca foram responsabilizados por seus crimes contra a humanidade. E o Departamento de Justiça dos EUA, como sublinha Rappoport, é impotente para condenar os responsáveis pela venda de veneno como remédio.
Se a Al-Qaeda fosse capturada pela distribuição de produtos químicos tóxicos disfarçados de medicamentos para civis inocentes, seriam enviada para Guantánamo sem julgamento e trancada por tempo indeterminado. Mas quando o FDA faz a mesma coisa em uma escala muito mais massiva, ninguém toma nenhuma atitude. 
A falange do crime organizado em que se tornou o governo federal é a verdadeira ameaça terrorista que todo o povo americano enfrenta diariamente. E até que a população coletivamente acorde para essa realidade, vamos continuar a assistir nossos amigos, nossas famílias e nossos filhos, sendo as vítimas deste permanente ataque terrorista, abatidos pelas mãos da "Big Pharma" (o sindicato dos fabricantes de remédios) e da FDA.
Por Ethan A Huff em 22/05/2012. Tradução de José Carlos Brasil Peixoto do portal Uma outra visão, e editado por Fernando Carvalho.


quarta-feira, 12 de junho de 2013

AS FARMACÊUTICAS BLOQUEIAM MEDICAMENTOS QUE CURAM PORQUE NÃO DÃO LUCRO
   Imagine, leitor, que você é o dono de uma grande indústria farmacêutica e dois cientistas que trabalham nos laboratórios de sua empresa fizeram duas descobertas diferentes cada um a sua. Um descobriu uma droga que definitivamente cura o câncer. E o outro descobriu um droga que a rigor não cura o câncer, mas combate sintomas da doença, impede que o tumor se espalhe, permite que a doença seja administrada e que o paciente possa viver indefinidamente com qualidade de vida desde que tome o remédio regularmente pelo resto da vida. Que você faria, qual descoberta você comercializaria?
  Desculpe-nos por colocá-lo diante de uma questão como esta. É claro que você aprovaria o medicamento que livraria a humanidade do flagelo do câncer. Mas os capitalistas de carne e osso não pensam assim. Veja a entrevista em que o ganhador do Prêmio Nobel de Medicina, Richard J Roberts denuncia o modus operandi da indústria farmacêutica:
http://www.esquerda.net/artigo/farmac%C3%AAuticas-bloqueiam-medicamentos-que-curam-porque-n%C3%A3o-s%C3%A3o-rent%C3%A1veis

terça-feira, 11 de junho de 2013

ATENÇÃO MULHERES GRÁVIDAS

O doutor Ricardo Westin, em artigo publicado no site do Senado Federal, depois de lembrar a história da talidomida, é incisivo: "Uma grávida não deve tomar nenhum remédio -absolutamente nenhum- sem antes consultar o médico responsável pelo pré-natal" [Lembramos que a talidomida era prescrita pelos médicos responsáveis pelo pré-natal]. A seguir uma relação preliminar das drogas que oferecem perigo para as gestantes:
Aspirina (dispensa apresentação): Pode provocar malformações cardíacas nos três primeiros meses. No último trimestre e na amamentação só Deus sabe o que pode acontecer;
Paracetamol: Seu uso prolongado pode impedir o testículo do bebê de "descer", condenando o futuro macho  à uma má qualidade do seu esperma e tumores nos testículos. Nas meninas os problemas ocorrem no útero. Aspirina e ibuprofeno também podem causar esses mesmos problemas.
Ibuprofeno: Pode desencadear aborto espontâneo;
Captopril (popular hipertensivo): Pode matar o bebê por falência renal;
Citotec (indicado para tratar úlceras): Desde o início fora desenvolvido para provocar contrações no útero. Passou a ser usado como abortivo.
Tetraciclina (antibiótico): Pode deformar os ossos do feto e deixar os dentes manchados;
Lítio (para transtorno bipolar);
Isotretionina (Roacutan, para acne): Pode provocar surdez e cegueira, deficiência mental e defeitos no coração que podem levar à morte. Mulheres em idade fértil só compram esse medicamento (ou veneno?) depois de assinar um documento em que atesta estar ciente dos riscos para o feto e da necessidade de usar simultaneamente camisinha e pílula anticoncepcional durante o tratamento.