ATENÇÃO MULHERES GRÁVIDAS
O doutor Ricardo Westin, em artigo publicado no site do Senado Federal, depois de lembrar a história da talidomida, é incisivo: "Uma grávida não deve tomar nenhum remédio -absolutamente nenhum- sem antes consultar o médico responsável pelo pré-natal" [Lembramos que a talidomida era prescrita pelos médicos responsáveis pelo pré-natal]. A seguir uma relação preliminar das drogas que oferecem perigo para as gestantes:
Aspirina (dispensa apresentação): Pode provocar malformações cardíacas nos três primeiros meses. No último trimestre e na amamentação só Deus sabe o que pode acontecer;
Paracetamol: Seu uso prolongado pode impedir o testículo do bebê de "descer", condenando o futuro macho à uma má qualidade do seu esperma e tumores nos testículos. Nas meninas os problemas ocorrem no útero. Aspirina e ibuprofeno também podem causar esses mesmos problemas.
Ibuprofeno: Pode desencadear aborto espontâneo;
Captopril (popular hipertensivo): Pode matar o bebê por falência renal;
Citotec (indicado para tratar úlceras): Desde o início fora desenvolvido para provocar contrações no útero. Passou a ser usado como abortivo.
Tetraciclina (antibiótico): Pode deformar os ossos do feto e deixar os dentes manchados;
Lítio (para transtorno bipolar);
Isotretionina (Roacutan, para acne): Pode provocar surdez e cegueira, deficiência mental e defeitos no coração que podem levar à morte. Mulheres em idade fértil só compram esse medicamento (ou veneno?) depois de assinar um documento em que atesta estar ciente dos riscos para o feto e da necessidade de usar simultaneamente camisinha e pílula anticoncepcional durante o tratamento.
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