A Aspirina é a primeira criação da indústria farmacêutica moderna, o primeiro fármaco artificial, foi sintetizada pela Bayer em 1897. Indicada para os casos de dor (analgésico), febre (antipirético) e anticoagulante (prevenção de trombose, AVC, infartos e
Com base no resultado de nove estudos, o cardiologista Carlos Scherr desaconselha o uso de Aspirina por pessoas sem doença cardiovascular ou sujeitas a isso. Os riscos de sangramento, inclusive cerebral, anulam os modestos benefícios do medicamento. (ColunaConfidencial, do jornalista Aziz Ahmed, no Jornal do Comércio, edição de 5 de março de 2011).
Comentário de Orlando Gonzalez: Talvez por ética profissional, o conhecid o cardiologista Carlos Scherr tenha apenas desaconselhado o uso da Aspirina. Na verdade, ele está é mesmo condenando o que seus colegas de profissão e especialidade fazem rotineiramente alimentando o tabu de que o ácido acetilssalicílico evita enfartes. Com efeito, a droga multiplica o risco. E quantas pessoas já não terão morrido por conta dessa prática insana? Há pesquisas sobre tais mortes e sua correlação com o uso da Aspirina? Não!!! Quem financia pesquisa é a indústria farmacêutica, e ela nunca investirá numerário em investigações que ponham a pique a manutenção de seus lucros bilionários.
Comentário de Fernando Carvalho: Meu amigo Geraldo Filgueiras, comerciante já idoso, quando nos Estados Unidos, onde tem um filho, teve uma hemorragia estomacal por causa de um comprimido de Aspirina que tomou quando estava no aeroporto prestes a voltar para o Brasil. Ele vomitou e defecou sangue. Por causa disso ficou quatro dias internado num hospital americano. Ele estava sem o seguro saúde. Até hoje o hospital lhe manda a conta para pagar.
Veja reportagem do portal The Heart Org. sobre sangramentos graves subestimados na "prevenção primária" com Aspirina.
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